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sábado, 30 de outubro de 2010

O preservativo masculino

O preservativo masculino, é o método contraceptivo mais utilizado no mundo. A preservativo possui uma grande vantagem em relação aos outros métodos: ajuda a prevenir, não só a gravidez, como também a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DST).


Neste texto vamos tentar abordar tudo o que for de importante sobre o preservativo masculino: eficácia, como colocar, dicas, vantagens e desvantagens.



O que é o preservativo?



O preservativo é um contraceptivo de barreira, ou seja, impede que as secreções penianas e vaginais entrem em contacto mútuo. Deste modo, há possibilidade de prevenção não só da gravidez, como também das doenças sexualmente transmissíveis (DST). Outros métodos contraceptivos como os anticoncepcionais orais e DIU, por exemplo, impedem apenas a gravidez, não influenciando no risco para DST's.
Camisinha


O preservativo é feito normalmente de látex ou poliuretano. Em média, um preservativo possui 19 cm de comprimento, 5 cm de largura e 0,07 mm de espessura, existindo modelos com variações nas 3 medidas. Além dos tamanhos, os preservativos podem variar no formato, cor, cheiro, sabor, lubrificação e presença, ou não, de espermicida.



Todas essas variações descritas acima afetam apenas na comodidade do usuário; nenhum destes factores influencia na efectividade do preservativo, nem mesmo a presença de espermicida. Na verdade,preservativos  com espermicida não são mais eficazes que preservativos  sem, e ainda estão mais relacionados a ocorrência de infecções urinárias (cistites) nas parceiras. Actualmente, indicamos sempre preservativos sem espermicidas.



Eficácia do preservativo




A eficácia do preservativo precisa ser avaliada de 2 maneiras:



1) Eficácia contra gravidez

2) Eficácia contra DST's



Independente do modo, a eficácia do preservativo está directamente ligado ao seu uso correcto. Mais abaixo ensinaremos o modo certo de se colocar e de se usar o preservativo



1) Eficácia do preservativo contra gravidez



Quando usado de modo correcto, o preservativo apresenta uma eficácia de 98% contra a gravidez. Quando usado de modo intuitivo, ou seja, colocado sem maiores orientações ou cuidados, a eficácia cai para 85%.



2) Eficácia contra DSTs



O uso correto do preservativo é actualmente a principal arma na prevenção das doenças sexualmente transmissíveis. A sua eficácia varia de doença para doença, não podendo ser considerada 100% eficiente em nenhum dos casos. Por isso, além do uso correcto do preservativo, é muito importante que o individuo evite comportamentos de risco, como ter múltiplos(as) parceiros(as) sexuais.



O preservativo é extremamente eficiente contra a transmissão do vírus HIV. O risco de transmissão do vírus durante uma única relação sexual com preservativo, colocada e usada de modo correcto, é virtualmente zero.




Os casos de transmissão costumam ocorrer naqueles casais sorologicamente discordantes, ou seja, um HIV positivo e outro HIV negativo, que têm relações sexuais frequentes. Ainda assim, o preservativo é um excelente método de protecção.




O preservativo também é eficiente na prevenção de outras DST's, porém, com taxas de sucesso menores que contra o HIV. Entre as DST's que apresentam significante redução na taxa de transmissão podemos citar:

- Gonorréia e da clamídia

- Sífilis 

- Herpes genital 

- HPV 

- Hepatite B 



O mais importante é entender que o preservativo é uma poderosa arma contra a disseminação das doenças sexualmente transmissíveis, porém, ela não é infalível e em muitos casos a sua performance está longe de ser o ideal. Se por um lado o papel de alguns grupos religiosos que são contra o uso do preservativo pode ser considerado irresponsável, por outro, campanhas de promoção do preservativo, sem que haja o devido esclarecimento, podem incentivar comportamentos de risco, o que por si só podeira reduzir os efeitos benéficos do uso frequente do mesmo.



Portanto, para reforçar, o preservativo deve ser usado em toda relação sexual onde não haja intenção reprodutiva, pois a mesma reduz significantemente o risco da transmissão de doenças; porém, um comportamento de risco reincidente diminui a sua eficácia, expondo o indivíduo a riscos.




Prós e contras do preservativo



Prós:

- É um método contraceptivo imediatamente reversível.

- Protege contra gravidez e DST's

- São baratos, de fácil acesso e não requerem prescrição médica

- É simples de ser usado 
- Pode ser transportado por homens e mulheres
- Praticamente não existem reações adversas ao seu uso
- Ajuda a controlar a ejaculação precoce 



Contras:

- Alguns homens queixam-se de perda da sensibilidade do pénis

- Alguns homens perdem a erecção quando se interrompem os preliminares para colocar o preservativo

- O uso do preservativo necessita de aprovação do parceiro(a)

- O seu uso pode levar a falsa impressão de protecção completa e sem falhas
- Algumas mulheres têm vergonha de trazerem consigo preservativos por terem medo de serem apelidadas de promíscuas
- Algumas religiões não permitem o seu uso. 




Como colocar o preservativo / como usar o preservativo 



Para o preservativo ser um eficaz método de controle de natalidade e/ou de transmissão de doenças, ele precisa ser usado correctamente. Apesar de ser um método muito simples e praticamente intuitivo, algumas regras precisam ser respeitadas. Algumas das dicas abaixo podem parecer óbvias, mas estão entre as principais causas para o insucesso.



1- Compre preservativos em locais autorizados, como farmácias e máquinas automáticas. Evite comprá-los em ambulantes ou em locais onde estejam armazenados incorrectamente. Outro ponto importante é a data de validade do produto. Se o envelope estiver danificado, recuse o preservativo.



2- O preservativo deve ser guardado em locais frescos, não húmidos e longe dos raios solares. O carro não é um bom local para armazená-los, a não ser que o mesmo permaneça sempre estacionado em locais cobertos. Na carteira, o tempo ideal é no máximo1 mês. Expô-los ao calor danificará o látex, favorecendo seu rompimento.



3- O preservativo é um produto descartável e de uso único. Mesmo que a segunda vez seja entre as mesmas pessoas, o preservativo não pode ser reutilizado.

Apenas abra o envelope do preservativo na hora em que o for colocar. Não use materiais cortantes para abri-la.


4- Para reduzir o risco das DST's o preservativo deve ser colocado antes que haja qualquer contacto entre os genitais, mesmo se ainda não houver intenção de penetração.



5- O preservativo só deve ser colocado quando o pénis estiver erecto.



6- Como colocar o preservativo:

- Com o pénis erecto, coloque o preservativo na glande (cabeça) segurando o reservatório para evitar que este fique cheio de ar.

- Desenrole-o até a base do pénis. Se o preservativo não desenrolar facilmente é porque ele deve estar ao contrário; troque o lado e reinicie o processo.

- Se colocado corretamente, o reservatório na ponta do pênis ficará murcho, sem ar.

- O preservativo deve ser sempre desenrolada o máximo possível, ficando bem justo na base do pénis


Como colocar a camisinha



7- Os preservativos já vêm lubrificados. Evite acrescentar qualquer outro produto lubrificante, pois os mesmo podem danificar o látex. Se for necessária mais lubrificação, use apenas lubrificantes a base de água, como KY®.



8- Não tente colocar o preservativo num pénis não erecto. Ele ficará largo e poderá sair durante o acto sexual.



9- Uma vez que tenha ejaculado, termine a penetração antes que o pênis fique flácido, pois neste momento o preservativo pode ficar largo, permitindo que o esperma escorra pelos lados. Existe também o risco do preservativo sair e ficar dentro da vagina.



10- O preservativo deve ser trocado sempre que houver mudança de sexo anal para sexo vaginal.



11- Após ser retirado, deve-se dar um nó na base e deitá-lo no lixo. Não deite o preservativo na sanita.



E se o preservativo romper? 



Apesar de ser um evento raro, o incorreto uso ou armazenamento do preservativo podem eventualmente levar a rompimentos ou vazamentos do mesmo. Se o preservativo rebentar antes da ejaculação, retire-o do pénis, lave-o com água e sabão (o mesmo para vagina) e troque de preservativo se quiser reiniciar o acto sexual. Se isto for feito imediatamente, o risco de gravidez e transmissão de doenças é muito baixo. Atenção: mulheres devem evitar duche vaginal na hora de se lavar.



Se o preservativo estourar após ou durante a ejaculação, o pénis deve ser retirado imediatamente e ambos os genitais devem ser lavados. Para evitar a gravidez, entre em contato com seu ginecologista para ser orientada sobre contracepção de emergência, como a pílula do dia seguinte. Sempre que houver contacto entre mucosas e secreções genitais, há o risco de transmissão de DSTs. Se houve algum problema com o preservativo e você suspeita que o(a) seu (sua) parceiro(a) possa ter alguma doença venérea, procure um médico para receber orientações de como proceder.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Depressão no Masculino

Depressão: A doença de que os homens não falam


A depressão também afecta os homens, só que eles queixam-se menos: têm relutância em expor as suas emoções e fragilidades e, por isso, não procuram ajuda. Sofrem como as mulheres, mas escondem-se atrás de comportamentos de risco.

São ainda muitos os mitos e preconceitos que gravitam em torno da masculinidade, a condicionar atitudes e comportamentos. É verdade que as mentalidades evoluíram e que o que se espera de homens (e mulheres) é hoje muito diferente de há duas ou três gerações.

Mas a evolução ainda não quebrou todas as barreiras. E há assuntos que permanecem tabu. O mundo das emoções, por exemplo, está longe de ser vivido da mesma forma por mulheres e homens. E o que elas falam, eles calam. Assim se passa com a depressão. Há estudos que indicam que esta doença é mais predominante entre o sexo feminino, mas há outros que justificam as diferenças com o facto de a depressão estar sub-diagnosticada entre os homens.

O que significaria que eles sofrem tanto como as mulheres, apenas não procuram tratamento na mesma proporção.

E assim será porque receiam colocar-se numa posição de fragilidade, passível de constituir uma ameaça à sua masculinidade e a todos os papéis que, tradicionalmente, são atribuídos ao homem. Daí a relutância em partilhar o que os perturba com familiares, amigos ou profissionais de saúde.

Tudo indica que os sintomas da depressão masculina são idênticos aos da feminina, embora prossigam estudos no sentido de identificar eventuais diferenças e, assim, definir tratamentos mais adequados. O que se sabe é que, independentemente do sexo, a depressão desencadeia uma vaga de sintomas físicos e psicológicos.

A pessoa sente-se infeliz e miserável, sentimentos que permanecem ao longo do dia. Não consegue apreciar actividades que outrora lhe davam prazer, não se consegue concentrar. Sente-se culpada de tudo e de nada, pessimista e sem esperança, ao ponto de, no extremo, desenvolver pensamentos suicidas. Além disso, tem dificuldade em dormir, perde o apetite e peso e também o interesse no sexo. Pode descurar a aparência e as suas tarefas profissionais e manifestar maior irritabilidade nos contactos sociais.

Esta irritabilidade tem, aliás, sido identificada mais nos homens do que nas mulheres, a par de episódios de ira súbita, de perda de controlo, agressividade e comportamentos de risco.

O risco dos riscos

E é, precisamente, aqui que reside a maior particularidade da depressão masculina: em vez de falarem sobre o que sentem, refugiam-se no álcool e/ou nas drogas. O que acaba por abrir a porta a comportamentos irresponsáveis como a condução imprudente. E que os prejudica no trabalho e nas relações familiares. Além disso, envolvem-se com mais facilidade em conflitos, mesmo físicos, em consequência da maior agressividade e da perda de controlo. A promiscuidade sexual é também comum.


 Numa fase inicial, há homens que reagem à depressão mergulhando no trabalho, trabalhando horas a fio, sem espaço para outras actividades e outras pessoas. Se são casados, as relações com o cônjuge acabam por se ressentir, dado o pouco tempo que passam em casa e o mutismo em que muitas vezes se isolam.

E a profissão em que começam por se refugiar também acaba por ser prejudicada: as dificuldades nas relações inter-pessoais e os consumos abusivos podem conduzir a situações extremas como o desemprego.

Os sentimentos negativos são comuns entre estes doentes, sejam homens, ou mulheres.

E, por vezes, conduzem ao suicídio. Mas também aqui há diferenças: a sobrevida feminina é maior, embora tentem mais pôr fim à vida. É que, além de usarem métodos menos radicais, as mulheres dão mais sinais de que algo vai mal com elas e entre as primeiras ideias suicidas e a acção tende a decorrer um longo período.

Já os homens são mais eficazes: são mais rápidos a decidir-se e usam métodos mais letais (não comprimidos, mas armas). Além de que dão poucos ou nenhuns sinais, não falando, por exemplo, em suicídio.

O facto de muitos homens não pedirem ajuda dificulta o diagnóstico e o tratamento. Tanto mais que, mesmo quando se decidem a consultar um médico, tendem a abordar sobretudo os sintomas físicos, em detrimento dos psicológicos e emocionais. Mas é um passo e se o profissional de saúde estiver atento a estas particularidades consegue orientar o doente para o tratamento.

Que passa, normalmente, pela conjugação de psicoterapia e de medicamentos, com os anti-depressivos na primeira linha.

Da depressão recupera-se com ajuda profissional e esforço pessoal. Leva tempo, mas a ajuda é indispensável: é uma ilusão pensar que, sozinho, se é capaz, apenas acentua o sofrimento e adia o fim da tristeza e da desesperança.


Depressão pós-parto no masculino


Afinal, a depressão pós-parto não é um exclusivo feminino. Os homens também sofrem. A conclusão é de um estudo do Hospital de Santa Maria da Feira, a partir da análise de casais seguidos na respectiva consulta de obstetrícia.

O trabalho, divulgado o ano passado, envolveu 60 homens através de avaliações às 36 semanas de gravidez e às segunda e sexta semanas após o nascimento. E um em cada sete homens registou depressão pós-natal.

Na 36ª semana de gestação, verificou-se que a depressão no homem influenciou a mulher e vice-versa, havendo maiores índices de depressão quando a gravidez não foi planeada e associada a partos mais difíceis.

A depressão durante a gravidez é marcada pela ansiedade, incerteza, por antever a dificuldade em organizar o dia-a-dia, principalmente depois de o suporte social próprio dos primeiros dias desaparecer.

Já depois do nascimento, os sintomas envolvem tristeza, a sensação de que o mundo está a desabar sobre eles e tudo corre mal, choro fácil e desespero.


quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Andropausa


Andropausa


foto artigo

Desde há uma década, pesquisas têm tentado demonstrar que o fenómeno é causado por alterações fisiológicas.
Até ao advento da Andrologia, pensava-se que impotência masculina tinha origem psicológica.

Os sintomas da Andropausa era confundidos com a crise da meia idade - um fenómeno diferente com características psico-sociais que, contudo, pode ter consequências semelhantes aos da Andropausa: irritabilidade, diminuição da potência sexual e modificação dos padrões de comportamento.
Desde há uma década, pesquisas têm tentado demonstrar que o fenómeno é causado por alterações fisiológicas, nomeadamente pela diminuição de segregação de testosterona (hormona masculina), à medida que o tempo passa.
Mas apesar dos avanços científicos e da ligação entre a queda de produção testicular e o envelhecimento, o assunto continua controverso no seio da comunidade médica. Se por um lado, os sintomas da Menopausa são fáceis de detectar (com a paragem do período menstrual e com alterações hormonais e comportamentais), no que diz respeito à Andropausa o assunto não é tão simples.
Há especialistas que defendem que a Andropausa é apenas uma condição psicológica; outros diagnosticam-na, fazendo associação à redução da libido, disfunção eréctil e outras reacções relativas à performance sexual; outros ainda acrescentam atrofia muscular, aumento da gordura corporal, alterações de humor e diminuição da força.
Sintomas
Toda a abrangência de sintomas, cuja intensidade e manifestação parecem divergir de homem para homem, faz com que existam muitas excepções à regra para definir objectivamente o conceito Andropausa. Eis alguns sintomas que podem acompanhar uma situação de Andropausa. O diagnóstico, porém, apenas poderá ser ditado por um médico, mediante a avaliação específica e especializada das condições apresentadas pelo paciente.

SONOLÊNCIA/FADIGA:

Queda acentuada na energia, que poderá levar a uma maior necessidade de horas de sono.
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FALTA DE VIRILIDADE:
Menos erecções e falta de confiança no acto sexual. Outros sintomas podem incluir decréscimo de interesse na realização de novos projectos e uma diminuição do espírito competitivo.

Saúde Sexual


DEPRESSÂO:

Mais do que qualquer outro sintoma este é, talvez, o que ocorre mais regularmente. A depressão é uma má experiência seja qual for a altura da vida. Mas quando surge num homem de meia idade a situação pode ser especialmente grave, uma vez que os mecanismos de motivação responsáveis por uma eventual mudança são mais escassos. O perigo da situação é facto desta depressão ser confundida com um problema emocional "convencional" e não ser vista como o resultado de uma alteração bioquímica causada pelo declínio dos níveis de testosterona. 


REDUÇÃO DA LIBIDO:

É um sintoma particularmente deprimente para os homens e respectiva parceira sexual. Manifesta-se gradualmente e afecta a vida sexual em todos os sentidos. Basicamente, traduz-se na diminuição de fantasias sexuais e de todas as emoções e instintos envolvidos. É como se essa parte da vida deixasse de existir.

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REDUÇÃO DA POTÊNCIA SEXUAL E/OU DO TAMANHO DO PÉNIS:

Redução da potência significa diminuição da capacidade para atingir a erecção e de a manter. Existe um teste clássico para ajudar a discernir o problema: se as erecções nocturnas ou pela manhã se mantiverem então qualquer sintoma de impotência experimentado pelo homem pode ter origem psicológica ou na qualidade da relação que mantém com a sua parceira.






EJACULAÇÕES MENOS ABUNDANTES:

A causa reside na diminuição da força dos músculos envolvidos no processo, que concentram níveis altos de testosterona.
espematozoi.gif


AFRONTAMENTOS/SUORES:

O rubor intenso na face e no pescoço podem ser um problema, uma vez que afecta zonas expostas do corpo e exterioriza informações sobre o estado emocional. Os suores nocturnos podem ser realmente intensos.


DORES NAS ARTICULAÇÕES:

Sair da cama de manhã pode ser problemático. As dores na região lombar podem parecer particularmente estranhas, especialmente depois de uma noite de descanso.


DETERIORAÇÃO DA ESTRUTURA ÓSSEA:

Ocorre em casos avançados de deficiência dos níveis de testosterona. As consequências são particularmente graves nos homens de mais idade.
joelho com a cartilhagem gasta


PROBLEMAS CIRCULATÓRIOS:

A testosterona parece ter um papel importante no transporte do sangue até às extremidades do corpo. Existem evidências que protege o coração e reduz a incidência de doenças cardíacas. Tratamento O tratamento de reposição da testosterona e derivados é uma prática comum. Assemelha-se à terapia de reposição da hormona sexual feminina (estrogénio), mas ainda envolve muitas dúvidas quanto à sua segurança e eficácia.


Tratamento
Na verdade, ainda não existem dados consensuais quanto a questões tão lineares como dose prescrita ou duração do tratamento.
Sabe-se, contudo, que os tratamentos de testosterona têm efeitos colaterais que podem incluir cancro na próstata e doenças cardiovasculares.
Devido aos riscos envolvidos na saúde, um tratamento hormonal apenas pode ser feito com acompanhamento médico.
O tratamento de reposição da testosterona e derivados é uma prática comum. Assemelha-se à terapia de reposição da hormona sexual feminina (estrogénio), mas ainda envolve muitas dúvidas quanto à sua segurança e eficácia. 
Na verdade, ainda não existem dados consensuais quanto a questões tão lineares como dose prescrita ou duração do tratamento.
Sabe-se, contudo, que os tratamentos de testosterona têm efeitos colaterais que podem incluir cancro na próstata e doenças cardiovasculares.
Devido aos riscos envolvidos na saúde, um tratamento hormonal apenas pode ser feito com acompanhamento médico.